Real-paralelo

Por Beatriz Santos Silva

Prédios mortos

Prédios mortos

Cheios de vida

Ali tem famílias regidas de sono

Um sono profundo chamado rotina

Eis que um belo dia

Essa realidade se fecha

Fechou a cortina

Mas abriu-se a janela

São corpos olhando

Das sacadas os carros vazios

Os jarros de flores , cada vez mais floridos

Por que as flores sempre morriam ?

Os donos nunca estavam em casa

E ali da sacada , no meio do caos

Uma realidade alternada se via

Que pensamentos mais doidos

Foi só pandemia ?

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