Real-paralelo

Por Beatriz Santos Silva Prédios mortos Prédios mortos Cheios de vida Ali tem famílias regidas de sono Um sono profundo chamado rotina Eis que um belo dia Essa realidade se fecha Fechou a cortina Mas abriu-se a janela São corpos olhando Das sacadas os carros vazios Os jarros de flores , cada vez mais floridos... Continuar Lendo →

Vinho-flor e madrugada

Por Beatriz Santos Que me excedo eu assumo Ser presente mas as vezes sumo Sou veneno e sou a cura Álcool e atadura Os extremos, criatura O pincel das caricaturas Desvirtuada nas suas curvas Sou pureza e toxina Rocha rara com ponta fina Amo forte mas ao longe Incansável feito monge Poeta sem hora data... Continuar Lendo →

Vida-morte e liberdade.

Por Beatriz Santos Morri inúmeras vezes dentro dessa cidade. Nela mesma eu amei infinitamente até meu último suspiro. E todas as vezes que sou tomada pelo medo de viver a minha forma, morro mais uma vez. E ainda assim, antes de me tornar o irrelevante, sou incapaz de abrir mão das maravilhas que descobri. Eu... Continuar Lendo →

Fração.

Por Beatriz Santos Em poucas palavras, derramei aquela lágrima na sua boca. Você gritava comigo. A amargura da minh'alma produziu o doce sabor. Mas você não sentiu. Mentiu quando disse que importava. Em gestos simples sangrei, apelativa nos teus olhos. Mas nem mesmo marejou com meu toque de vida. Continua a odiar. Fraca, fiquei ao... Continuar Lendo →

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